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Primeira final em Lisboa para Pedro Sousa

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Mais populares Estão a chegar aos centros de apoio para sem-abrigo pessoas que em Março tinham casa e trabalho Senador republicano arrasa Trump e acusa-o de “beijar o traseiro a ditadores” i-album Artes Este artista grava o Egipto na ponta do lápis “É mais uma final, felizmente tenho jogado bastantes nos últimos anos. Obviamente que aqui é especial por ser no meu clube, onde cresci e joguei a vida inteira. Não sei se é a mais importante, pode ser a que tem maior valor sentimental, porque até já joguei uma em casa, em Braga e acabei por vencer, e ganhei uma num 125 mil que é o maior challenger que há”, afirmou Sousa, antes de revelar os planos para o resto do dia: “Tenho um Everton-Liverpool, um Nápoles-Atlanta, um Inter-Milan, um Arsenal-City e à noite um clássico… vou para casa, ver futebol para o sofá e descansar. É importante desligar um bocadinho, ontem acabei relativamente tarde e hoje o jogo era bastante cedo, portanto não deu para aproveitar muito para descansar e realmente relaxar. Hoje, como tenho mais tempo, vou aliviar a cabeça e mais tarde logo começamos a pensar na final.”

Na meia-final entre dois ex-top 100, Sousa (111.º) derrotou o italiano Alessandro Giannessi (164.º), com um duplo 6-4. Munar (112.º) teve tarefa mais fácil ao afastar o desgastado italiano Federico Gaio (136.º), por 6-3, 6-0. “Quando está bem, tem um grande primeiro serviço, uma excelente atitude e é bastante sólido do fundo do campo. Ele ganhou-me em casa dele e agora espero que em Portugal caia para o meu lado”, adiantou Sousa, referindo-se à derrota frente a Munar, em Barcelona

Pela primeira vez, Pedro Sousa vai disputar a final do Lisboa Belém Open, onde terá a terceira oportunidade de conquistar o oitavo título na categoria challenger e igualar o recorde nacional, detido pelo seu treinador, Rui Machado. Na sua 15.ª final no Challenger Tour – sexta no intervalo de 24 meses –, às 10h30 no CIF, o tenista lisboeta não será o favorito, pois defronta o cabeça de série n.º 1, o espanhol Jaume Munar, com quem perdeu no único duelo anterior, em 2019.

Mais populares Estão a chegar aos centros de apoio para sem-abrigo pessoas que em Março tinham casa e trabalho Senador republicano arrasa Trump e acusa-o de “beijar o traseiro a ditadores” i-album Artes Este artista grava o Egipto na ponta do lápis “É mais uma final, felizmente tenho jogado bastantes nos últimos anos. Obviamente que aqui é especial por ser no meu clube, onde cresci e joguei a vida inteira. Não sei se é a mais importante, pode ser a que tem maior valor sentimental, porque até já joguei uma em casa, em Braga e acabei por vencer, e ganhei uma num 125 mil que é o maior challenger que há”, afirmou Sousa, antes de revelar os planos para o resto do dia: “Tenho um Everton-Liverpool, um Nápoles-Atlanta, um Inter-Milan, um Arsenal-City e à noite um clássico… vou para casa, ver futebol para o sofá e descansar. É importante desligar um bocadinho, ontem acabei relativamente tarde e hoje o jogo era bastante cedo, portanto não deu para aproveitar muito para descansar e realmente relaxar. Hoje, como tenho mais tempo, vou aliviar a cabeça e mais tarde logo começamos a pensar na final.”

Na meia-final entre dois ex-top 100, Sousa (111.º) derrotou o italiano Alessandro Giannessi (164.º), com um duplo 6-4. Munar (112.º) teve tarefa mais fácil ao afastar o desgastado italiano Federico Gaio (136.º), por 6-3, 6-0. “Quando está bem, tem um grande primeiro serviço, uma excelente atitude e é bastante sólido do fundo do campo. Ele ganhou-me em casa dele e agora espero que em Portugal caia para o meu lado”, adiantou Sousa, referindo-se à derrota frente a Munar, em Barcelona.

Neste sábado, já houve um português a sagrar-se campeão no CIF. Ao lado do dominicano Roberto Cid Subervi, Gonçalo Oliveira conquistou o título de pares, depois de derrotar na final, a dupla Harri Heliovaara/Zdenek Kolar no match tie-break : 7-6 (7/5), 4-6 e 10/4. “Ganhar em casa tem sempre um sabor especial”, confessou Oliveira, após o seu 10.º título em challengers nesta variante, onde figura no 81.º lugar do ranking mundial.

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