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Confrontos em Hong Kong. Mais de 100 feridos junto à Universidade Politécnica

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Desde o interior da universidade, um dos sitiados disse à BBC que começam a faltar água, comida e os recursos de primeiros socorros. Um incêndio eclodiu no campus, onde foram também ouvidas algumas explosões, adianta o mesmo jornal

Com o foco dos protestos centrado na Universidade Politécnica em Hong Kong, as últimas informações dão conta de centenas de manifestantes presos no interior do estabelecimento, enquanto, a partir do exterior, outros manifestantes tentam romper o cerco. Vários escaparam do campus universitário usando cordas para descer de uma ponte, usando motas para fugir posteriormente pelas traseiras, ainda que várias pessoas tenham sido detidas.

As autoridades adiantaram que 116 pessoas ficaram feridas, resultado da violência desta segunda-feira, enquanto a polícia garante que os manifestantes antigovernamentais não têm outra opção a não ser render-se.

Cerca de 40 ativistas feridos foram autorizados a deixar o campus para receber tratamento, embora arrisquem vir a ser acusados posteriormente, escreve o “South China Morning Post”. Outros, com exceção de jornalistas credenciados, foram informados de que seriam presos se tentassem sair.

Desde o interior da universidade, um dos sitiados disse à BBC que começam a faltar água, comida e os recursos de primeiros socorros. Um incêndio eclodiu no campus, onde foram também ouvidas algumas explosões, adianta o mesmo jornal.

Os ativistas estão há vários dias na Universidade Politécnica. No domingo à noite, a polícia avisou os manifestantes que eles tinham até às 22h00 (hora local) para abandonar o local, avisando que poderiam vir a ser usadas munições reais. Mas nas últimas horas a tática parece ser a de esperar que o cansaço, isolamento e falta de reservas forcem à desistência e facilitem as detenções.